quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 30 de março de 2011
Vereador Manfro e o Secretário Paulo Brum passam a integrar a chapa PSDB PARA TODOS
O presidente do PSDB de Porto Alegre, vereador Mário Manfro, e o Paulo Brumsecretário de acessibilidade de Porto Alegre assinaram nesta sexta-feira ficha de apoio à chapa PSDB PARA TODOS, que disputa a Executiva do partido no âmbito estadual. Formam a chapa nomes como o Professor Tomaz Wonghon, ex-vice-governador Vicente Bogo, o ex-chefe da Casa Civil José Alberto Wenzel, o ex-secretário de Obras José Carlos Breda, e o presidente da Juventude tucana, Daniel "Leitão" Ludwig, entre outros nomes de relevância do partido. Manfro e Paulo Brumse comprometeram a se empenhar pela chapa, no sentido de convencer o maior número de delegados da Capital, que decidirão o pleito que acontece no dia 17 de abril.
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PSDB
quinta-feira, 24 de março de 2011
PSDB tem nova direção em Santa Cruz
Novo presidente quer preparar partido para eleição
O PSDB de Santa Cruz tem nova direção. A escolha ocorreu em encontro neste domingo, 20, à tarde na Câmara de vereadores. Um bom número de filiados participou o encontro. Glero Ghislene volta à direção do partido para um mandato de dois anos. Ele substitui a Neri Siqueira.
Ghisleni destaca que sua principal missão é articular o partido para as eleições municipais. Além de consolidar alianças com outros partidos como DEM e PP, Ghisleni observa que, além de José Alberto Wenzel existem outros nomes fortes para a disputa da prefeitura
Segundo o novo presidente do PSDB a meta é ampliar a nominata de candidatos a vereador tendo em vista o aumento do número de cadeiras nas próximas eleições.
Jornal Gazeta do Sul - http://www.gaz.com.br/noticia/269161-psdb_tem_nova_direcao_em_santa_cruz.html
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Informação
Aula inaugural: Ex-secretário estadual palestra para alunos
Roca Sales - ex-secretário estadual de Meio Ambiente José Alberto Wenzel esteve em Roca Sales na última semana. A convite do biólogo Cristian André Prade e da secretária de Educação e Cultura, Nelda Erthal Cofferri, ele participou do ato inaugural que marcou o início do ano letivo no município e falou sobre o tema “Meio ambiente, ética e desenvolvimento sustentável” para cerca de 450 estudantes das redes municipal, estadual e particular, que lotaram o Centro Comunitário Evangélico.
O tema atraiu a atenção dos estudantes, que questionaram o profissional sobre os desastres ambientais que vêm ocorrendo no mundo e qual o papel do ser humano para construir um planeta melhor. Wenzel, que é geólogo e atua como servidor na Fundação Estadual de Meio Ambiente (Fepam), frisou a importância da ética no cotidiano de cada pessoa e seu papel para promover o bem-estar do meio ambiente. “Quando promovemos o bem-estar, estamos melhorando nossa qualidade de vida”, diz.
Encerrada a explanação, os alunos elaboraram questões que foram respondidas pelo palestrante. O evento também contou com a presença do prefeito Antonio Valesan, que destacou o papel de cada um frente à preservação do meio ambiente. O biólogo agradeceu a todos que prestigiaram o evento e o apoio da Administração Municipal para a realização da aula inaugural. “Vale sempre lembrar que Roca Sales somos todos nós, e todos temos que fazer a nossa parte para que a cidade seja sempre bela e graciosa”, enfatiza Prade.
Carina Marques
carina@informativo.com.br
Jornal o Informativo - http://www.informativo.com.br/w2w_portal/interna.php?EDA=724&NID=62873
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Informação
domingo, 13 de março de 2011
Artigo Gazeta do Sul - Bio campanha da fraternidade 2011
Logo adiante de Manaus, as águas do Rio Negro se juntam às do Solimões. Pois foi ali que a CNBB lançou a Campanha da Fraternidade deste ano. Não poderia haver lugar mais adequado e repleto de simbolismo do que este. A abertura ocorreu numa balsa, integrada à natureza, com a simplicidade da grandeza das águas do porte amazônico. Quanto orgulho, quanta correria, quanta obsessão pelo acúmulo de bens, quanta necessidade desnecessária criada, quanta superficialidade ostentatória precisa ser lavada nas águas que nutrem a vida, motivação maior da atual campanha.
Se simples, portanto notável, o lançamento da campanha a favor da vida acontece no momento oportuno. Quando secas como a da região de Bagé, contrastando com as enchentes de São Lourenço, aliadas a eventos do tamanho do Tsunami de Tóquio e a tantas outras demonstrações de alterações climáticas se somam, não há como não refletir sobre a causa de tudo isto. Há uma tendência que nos traz um falso conforto civilizatório em dizermos que os eventos catastróficos sempre ocorreram, mesmo quando os humanos nem existiam sobre o Planeta. Os humanos têm sido muito pródigos em justificar suas investidas contra a natureza, com as argumentações que a razão nos proporciona. Contudo, basta fecharmos os olhos na entrada da noite, quando os raros momentos de silêncio ainda nos são permitidos, para sabermos que nós humanos estamos interferindo fortemente no equilíbrio da natureza. Quando secamos várzeas tiramos o lugar das águas, quando derrubamos a flora desabrigamos a biodiversidade, quando queimamos combustíveis aquecemos a atmosfera. Se fenômenos de catástrofe sempre ocorreram, nós os aceleramos e provocamos como algozes de nós mesmos.
Quando do final da Eco–92, há 19 anos, mais uma razão da oportunidade da campanha, uma vez que se prepara a Rio+20 para o ano que vem, no auditório vazio do evento que reuniu 179 países, quase todos signatários da “Agenda 21”, fez-se um silêncio do tamanho do mundo. Das cadeiras vazias emanava um sentimento de que não havia mais inocentes. Todos nós, em diferentes proporções e medidas, senão diretamente, mas até por conivência, somos co-responsáveis pelos desmandos ambientais. Portanto, a Campanha da Fraternidade é uma campanha de todos.
Como as águas do Rio Negro que se juntam às do Solimões, assim também nós somos convidados a nos somarmos a todas as criaturas da Criação Universal. Do silêncio das cadeiras vazias do final da Eco–92 ergue-se o grito das dores de parto da atual campanha pela vida, da qual não somos donos nem gestores, mas sim conviventes.
José Alberto Wenzel/Geólogo da Fepam
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Artigos
sábado, 5 de março de 2011
Diários do Poder - José Alberto Wenzel
Diários do Poder é uma série de entrevistas exibidas pelos veículos de comunicação do grupo Gazeta sobre histórias dos bastidores dos governos de Santa Cruz, contadas pelos ex-prefeitos.
José Alberto Wenzel, que governou Santa Cruz de 2005 até 2008, teve sua entrevista exibida dia 04 de março de 2011 encerrando a série.
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Entrevistas
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Oposição pra quê?
O principal risco que correm as oposições - e, portanto, também o PSDB - é perder tempo em embates menores, combates internos fantasmas ou antecipações irrealistas, como trazer 2014 para hoje, inventando bandas de adversários... internos! Atacar, constranger, prejudicar ou atrapalhar companheiros do próprio partido só faz ajudar os adversários reais, que incentivam esses confrontos.
Para o maior partido da oposição, perder-se em disputas internas seria apequenar-se. Saímos das urnas com quase 44 milhões de votos, vencendo a eleição presidencial em 11 estados. O PSDB fez oito governadores; o DEM, dois, e tivemos ainda o apoio do governador de Mato Grosso do Sul. Aqueles que votaram em nós queriam que ganhássemos, mas sabiam que podíamos perder. A oposição, portanto, é tão legítima quanto o governo; ela também expressa a vontade do eleitor e tem um mandato.
Não podemos deixar o eleitorado que nos apoiou sem representação. É ele, inicialmente, que precisa receber uma resposta e convencer-se de que não jogou seu voto fora. Até porque as ditaduras também têm governos, mas só as democracias contam com quem possa vigiá-los, fiscalizá-los, em nome do eleitor. Por isso a oposição tem de ter posições claras, ser ativa, sem se omitir nem se amedrontar. Uma eleição presidencial não é uma corrida de curta duração, de 45 dias, mas uma maratona de quatro anos. E ninguém corre parado.
Até quem votou no PT conta conosco para que ofereçamos alternativas, para que possamos aprimorar propostas do governo e denunciar, quando é (e como está sendo) o caso, a falta de rumo. Não se trata de fazer oposição sistemática ou não sistemática, bondosa ou exigente. Isso é bobagem! Essa questão não se coloca em nenhuma grande democracia do mundo. A oposição tem o direito e o dever de expressar seus pontos de vista e de batalhar por eles. É seu papel cobrar coerência, eficiência e honestidade.
A realidade está aí. O grave problema fiscal brasileiro veio à luz, herança do governo Lula-Dilma para o governo Dilma. A maquiagem nas contas não consegue escondê-lo. A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) se transformou no retrato perverso do aparelhamento do Estado, que não se vexa nem diante da realidade dramática da saúde - ou falta dela - dos pobres. O mesmo acontece em Furnas, palco de escândalos há muitos anos, expressão do loteamento do setor elétrico, onde os blecautes têm sido a regra, não a exceção. Se a oposição não se fizer presente agora, então quando?
Fazer oposição por quê? Porque o país experimenta um óbvio desequilíbrio macroeconômico, que reúne inflação alta e em alta, juros estratosféricos, câmbio desajustado, vertiginoso déficit do balanço de pagamentos e infraestrutura em colapso. As trapalhadas do Enem mostram que o PT tripudia sobre a esperança e o futuro dos jovens. A imperícia do governo na prevenção de catástrofes e socorro às vítimas não requer comprovação. Por que fazer oposição? Porque os brasileiros merecem um governo melhor e pagam caro por isso - uma das maiores cargas tributárias do mundo, sem serviços públicos à altura. Temos o direito de nos apequenar com picuinhas? Foi para isso que recebemos um mandato das urnas?
O governo vem fazendo acenos à classe média e às oposições. Conta com o conhecido bom-mocismo dos adversários, tucanos à frente. Sua intenção é lhes tirar nitidez e personalidade, dividi-los e subtrair-lhes energia e disposição. Até a próxima disputa eleitoral, quando, então, voltaremos a enfrentar os métodos de sempre: vale-tudo, enganações, bravatas e calúnias. Cair nesse truque corresponde a trair a confiança dos que votaram em nós e os interesses do nosso povo e do país.
O PSDB não sabe fazer oposição! Tanto em 2006 como em 2010, pesquisas internas apontaram ser essa uma das críticas que o eleitorado nos faz. Ainda que fosse injusta, seria forçoso reconhecer que nos tem faltado nitidez. É razoável que o eleitor considere que não sabe governar quem não sabe se opor.
E nós temos os bons fundamentos! A quem pertence a bandeira da social-democracia no Brasil? O PT, fundado como um partido classista, sob a inspiração de partidos leninistas, varreu estatuto e ideário para baixo do tapete ao chegar ao poder e adotou como suas a plataforma e as ideias do adversário. Mas, longe de estar resolvida, após seis eleições presidenciais, sendo três vitoriosas, e dois governos depois, a contradição entre os "pragmáticos do mercado" e os "puros-sangues de Lenin" ainda é um dos flancos do PT não devidamente explorados pela oposição, para prejuízo do país.
O PT adotou as bandeiras, mas perverteu sua prática. Privatizou as ações do Estado em benefício do partido e aliados. Banalizou o que a vida pública brasileira tinha de pior. Rebaixou a Saúde e a Educação. Transformou em instrumento eleitoral a rede de proteção social herdada do governo FHC. Virou as costas para a Segurança e descuidou-se da Previdência. A falsa "social-democracia" petista preside um processo de desindustrialização do Brasil e mantém como principal despesa do orçamento o pagamento de R$ 180 bilhões anuais em serviço da dívida pública interna. Sem mencionar erros infantis, como o de reconhecer a China como economia de mercado, enfraquecendo nossos mecanismos de defesa comercial. Que social-democracia é essa, que pôs a perder o ativismo governamental nas coisas essenciais, que caracteriza o Estado do Bem-Estar Social e seus alicerces?
Essa retomada dos valores da social-democracia, com seu respeito ao jogo democrático e sua prioridade à garantia de condições dignas de vida à população, há de tirar do PSDB o falso carimbo de partido da elite e marcar diferença com o PT, com suas práticas sectárias e/ou ineptas.
Para tanto, é fundamental ao PSDB fortalecer a unidade interna, dando uma resposta àqueles que nos delegaram um mandato por meio das urnas. Estou, como sempre, a serviço da população. Ajudei a definir as bandeiras históricas do meu partido e sua renovação. Por elas e pela unidade, batalhei sempre. Ninguém andará em má companhia seguindo os Dez Mandamentos. Para quem está na política, sugiro um 11, este de inspiração humana, não divina: "Não ajudarás o adversário atacando teu colega de partido."
JOSÉ SERRA foi deputado, senador, prefeito e governador de São Paulo.
http://is.gd/0p5KZt - O Globo - Opinião
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José Serra
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Ana Amélia é empossada Senadora
Começou nesta terça-feira (1º), o mandato da progressista Ana Amélia Lemos como uma das representantes do Rio Grande do Sul no Senado Federal. Eleita com 3,4 milhões de votos na última eleição, a primeira mulher senadora pelo Partido Progressista (PP/RS) tem como principal objetivo exercer um mandato pautado pela ética no Congresso Nacional.
Ao mesmo tempo em que expressou a sua alegria pela confiança recebida dos gaúchos para estar entre os representantes do Estado no Senado Federal, Ana Amélia garantiu que irá trabalhar para fazer um mandato austero, responsável e comprometido em defesa dos interesses dos gaúchos. Entre as prioridades para o período de oito anos, a senadora progressista aponta o municipalismo, com a divisão mais justa dos recursos do bolo tributário, a reposição das perdas salariais dos aposentados, redução da carga tributária, atenção aos empreendedores e produtores rurais, políticas públicas eficientes voltadas às mulheres, a prestação de serviços em áreas como saúde, educação e segurança pública mais condizentes com os altos impostos pagos pelos contribuintes e a revisão de acordos comerciais com o Mercosul lesivos à economia gaúcha. A senadora também garantiu ser contrária ao aumento de impostos e afirmou que será uma fiscalizadora responsável
José Alberto Wenzel (PSDB), primeiro suplente, e Márcio Turra (PP), segundo suplente, além de autoridades como o presidente estadual do PP, Pedro Bertolucci, do Ex-ministro Francisco Turra, familiares e amigos, acompanharam a posse da representante gaúcha. Ana Amélia ocupará no Senado Federal o Gabinete 7 da Ala Afonso Arinos, até então utilizado pelo gaúcho Sérgio Zambiasi (PTB). Após a posse, a senadora seguiu para a eleição da nova Mesa do Senado para o próximo biênio.
Ana Amélia Lemos, natural de Lagoa Vermelha, é formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS). Possui 40 anos de atividades na área da comunicação. Destes, 33 na RBS TV como comunicadora multimídia, sendo 31 anos em Brasília. No dia 15 de março de 2010, deixou o jornalismo para concorrer pela primeira vez a um cargo eletivo. Em 3 de outubro, foi eleita senadora pelo PP/RS com 3.401.241, cargo que assumiu nesta terça-feira (1º).
1º Suplente José Alberto Wenzel, Senadora Ana Amélia Lemos, 2º Suplente Marcio Turra
1º Suplente José Alberto Wenzel, Senadora Ana Amélia Lemos, 2º Suplente Marcio Turra, Presidente estadual do PP Pedro Bertolucci
Renan Arais Lopes
Jornalista
DRT 13.591
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Senado Federal
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O jacarandá e a ponte
JOSE ALBERTO WENZEL
Há um ano, aos 19 dias de janeiro, um jacarandá da Praça da Matriz de Porto Alegre veio ao chão, esparramando troncos e galhos em profusão não adivinhada por quem distraidamente o tivesse contemplado pelos anos afora. Neste mesmo ano, também nos primeiros dias de janeiro, caiu a ponte na RSC 287, sobre o rio Jacuí, entre Agudo e Restinga Seca. O rio em sua torrente, subitamente avolumada, engoliu a massa de concreto, ferro e asfalto, levando consigo cinco vidas humanas, além de lavouras e tantas outras instalações.
Passado o ano, foi erguida uma nova ponte, executada em tempo recorde, constituindo-se em um feito digno de reconhecimento e de retrospectiva visível, atestado abonador da engenhosidade humana. Já o jacarandá permanece em sua condição de mazela. Seu cerne devassado, preenchido por outra massa de restos de construção, amargura o mesmo ferro retorcido, agora dobrado no concreto desprezado.
Tanto se fez e se promoveu neste ano recém-findo, enquanto ao jacarandá se lhe prolongou a agonia. Se pródigos em grandes, meritórias e indispensáveis feitos, permanecemos parcos em reconhecer o valor da sombra, da beleza, da absorção de gases e ruídos, da percolação das águas, do abrigo e ninho da biodiversidade, da oxigenação do ar, que uma árvore graciosamente nos oferta, energizada pela fotossíntese solar.
O vazio da praça, por outro lado, nos cochicha para algo que estamos perdendo: a vida natural, mesmo que incrustada nas frestas urbanas. Por mais que avancemos em tecnologia e bem-estar, não haverá árvore de plástico e metal que nos impedirá da morte, que esta não é artificial, é naturalíssima. Morte, que nos advirá, inexorável, mesmo que retardada ao máximo, como chegou ao marginalizado jacarandá da Praça da Matriz. Talvez o tempo não nos permita construir pontes do artificial ao natural.
geólogo da Fepam
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Artigos
sábado, 18 de dezembro de 2010
Fotos da diplomação de Ana Amélia Lemos, José Alberto Wenzel e Marcio Turra ao Senado Federal
Fotos da diplomação de Ana Amélia Lemos ao Senado Federal, do 1º suplente José Alberto Wenzel e do 2º suplente Marcio Turra. O Ato foi realizado na noite desta sexta-feira (17), em Porto Alegre no salão de atos da UFRGS pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS).
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
RSC 471 - Desafio da rodovia chega ao fim
Yeda sente o gosto de dirigir no novo trecho
A governadora Yeda Crusius chegou às 10h40 de ontem de helicóptero em Herveiras, no final do lote 1 e início do 2, onde descerrou uma placa para marcar a conclusão do eixo norte da RSC–471. Ela foi recebida pelo prefeito Paulo Grassel. Líderes, moradores e alunos de diversas escolas esperavam a chegada de Yeda à beira da estrada. Moradores da região, antes descrentes com a conclusão dos trabalhos ainda este ano, ontem foram ao encontro da governadora para aplaudi-la. Logo na chegada, ela comentou que se tratava de “um dia que não dá para descrever”, ressaltando a dimensão da obra. Depois Yeda percorreu, dirigindo um veículo conversível, os 37 quilômetros até o viaduto sobre a RSC–287 e começo do lote 3, em Vera Cruz.
A governadora ressaltou a beleza da região. “Quando eu quiser tirar coisas da minha cabeça, vou pegar meu carro e dirigir na nova RSC–471”, disse durante a parada sobre o viaduto Francisco Alves, a maior obra de arte especial do eixo norte, com 256 metros de extensão e até 48 metros de altura, no interior de Vale do Sol.
A conclusão da rodovia se tornou viável ainda neste governo, conforme Yeda, porque a equipe de trabalho pegou junto. “A obra não sairia se não fosse a paixão das construtoras pelo Rio Grande, se não fosse o imposto arrecadado, se não fosse a vontade de fazer”, citou, acrescentando diversos outros fatores. Ao longo do trajeto, produtores de tabaco pararam a colheita para acenar para Yeda, faixas mostraram agradecimentos e houve diversos foguetórios.
A recepção no viaduto sobre a RSC–287 ocorreu com a música da banda do 7º Batalhão de Infantaria Blindado (BIB), de Santa Cruz do Sul. Durante a inauguração, Yeda recebeu cestas com produtos e placas de agradecimento dos prefeitos e da Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo e da Associação dos Municípios do Alto da Serra do Botucaraí (Amasbi).
IMPOSTOS
Em seu discurso, a governadora ressaltou que a estrada beneficiará o trânsito de todo o Estado, financiada com recursos procedentes dos impostos dos contribuintes do Rio Grande do Sul. “Aqui passará trânsito de todo o Estado”, disse. A rodovia diminui em 110 quilômetros a extensão desde o Norte do Estado, passando pelo Vale do Rio Pardo, com destino ao Porto de Rio Grande, se comparado ao atual itinerário pela BR–386 e a BR–116. A nova estrada se constitui em uma alternativa, evitando que os motoristas precisem passar pela Região Metropolitana. Apesar do porte do investimento, Yeda disse que não deixou de fazer outras obras por causa da RSC–471.
Em tom de despedida do governo, Yeda frisou que honrou todos os compromissos que assumiu em 2006, com exceção daqueles inviabilizados por questões burocráticas. Ressaltou a sua meta de construir novos presídios, com o objetivo de disponibilizar uma vaga nas casas de detenção na proporção de uma casa popular no Estado. A governadora confessou que ontem, ao percorrer a RSC–471, dirigiu pela primeira vez um veículo com câmbio automático. “No governo não quis dirigir nenhum automático, pois queria ter o comando das marchas, dando a velocidade necessária”, comparou.
Mas para viabilizar a conclusão da estrada em 20 meses, conforme Yeda, antes foi necessária a construção de um relacionamento com as empreiteiras. “Foi tudo preparado para realizar e compartilhar essa e outras obras”, afirmou.
Wenzel recebe destaque especial

O ex-prefeito de Santa Cruz do Sul e ex-chefe da Casa Civil do atual governo do Estado, José Alberto Wenzel, fez durante inauguração do eixo norte da RSC–471 a a distribuição do seu novo livro, Caminho da RSC-471 (RSC-153/ERS-412) – eixo norte: uma experiência geoambiental gaúcha. Durante a solenidade no viaduto sobre a RSC–287, ele entregou um exemplar à governadora do Estado e ao secretário de Infraestrutura e Logística, Daniel Andrade. “Esta estrada só existe porque muitos trabalharam e porque temos uma governadora chamada Yeda”, comentou Wenzel.
Ele recebeu fortes elogios da governadora. Yeda recordou que Wenzel deixou o cargo de prefeito em Santa Cruz do Sul e aceitou ir para o governo do Estado no momento de maior dificuldade do Rio Grande do Sul. “Ele foi ajudar a construir o Estado que temos hoje. Tive no Wenzel o símbolo de todos os que ficaram comigo no governo”, ressaltou.
Fonte: Jornal Gazeta do Sul
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Yeda diz que rodovia foi construída pelos pagadores de impostos
Em seu pronunciamento na solenidade de inauguração das obras do eixo norte da RSC-471, que acontece nesta quarta-feira, em Vera Cruz, a governadora Yeda Crusius afirmou que a obra é resultado da participação dos gaúchos. "A 471 foi construída pelo Rio Grande do Sul, pelos pagadores de impostos do Rio Grande do Sul".
A governadora reforçou que obra é totalmente financiada pelo Rio Grande do Sul, tendo um custo de R$ 280 milhões. Na ocasião, ela ainda ressaltou a importância do déficit zero.
"Tenho um molho de chaves de ouro para entregar", disse a governadora, que está a pouco mais de duas semanas de deixar o cargo. "Nós tínhamos uma missão e estamos entregando essa missão", afirmou. Em referência ao bispo Dom Canísio Klaus, que participa da cerimônia, ela afirmou que teve um governo abençoado por quatro anos.
Na ocasião, o ex-prefeito de Santa Cruz, José Alberto Wenzel, entregou a governadora um livro sobre a RSC-471 por ele escrito. Yeda faz agradecimento especial ao político. Ele renunciou ao cargo de prefeito em 2008, quando o governo do Estado estava em crise. "Tive no Wenzel o símbolo de todos aqueles que ficaram conosco. O tempo vai dizer o que significou ter a primeira mulher no governo. Uma mulher que fez o que o Rio Grande disse que precisava ser feito".
O pronunciamento de Yeda foi encerrado sob aplausos com o "Viva a 471!".
fonte: http://saf.li/58zPE
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Livro “Caminho da RSC-471” será distribuído na inauguração da obra nesta quarta-feira
O escritor José Alberto Wenzel confirmou nesta segunda-feira, dia 13, que seu novo livro “Caminho da RSC-471 (RSC-153/ERS-412) – eixo norte: uma experiência geoambiental gaúcha”, está pronto e será disponibilizado na inauguração da obra, que ocorre na próxima quarta-feira, dia 15, às 10 horas, no entroncamento da rodovia com a RSC-287, em Vera Cruz, com a presença da governadora Yeda Crusius.
Conforme José Wenzel, que já foi prefeito de Santa Cruz do Sul e chefe da Casa Civil do governo gaúcho, o texto é dividido em três segmentos: Planalto das Araucárias, do quilômetro zero, no trevo em Barros Cassal, ao 54,5 km, em Linha Cinco/Sinimbu; Serra dos Vales e das Escarpas, do quilômetro 54,5 ao 63,10 km em Alto Formosa/Vale do Sol; e Planície do Rio Pardinho, do quilômetro 63,10 ao 105,75 km, no viaduto sobre a BR-471, em Santa Cruz do Sul.
Wenzel explica que a RSC-471 integra a rodovia Transbrasiliana (BR-153) e que, de acordo com a revisão do sistema rodoviário estadual (SER/2006), o subtrecho de Barros Cassal à interseção com a RSC-287, passará a ser denominado de RSC-153 e dali, ao viaduto sobre a BR 471, assumirá a identificação ERS-412.
No livro, cada segmento é trabalhado com informações técnicas sobre a rodovia, num contexto natural, sagrado, construído/destruído e, sustentado. A obra faz um convite ao leitor para que percorra os 105,75 km, fazendo desta rota uma experimentação existencial, frente a um paisagismo singular. Impressiona a complexidade estrutural do terreno, especialmente no trecho de Serra, onde se encontra implantado o viaduto sobre o arroio Francisco Alves. Junto à descrição panorâmica, segue uma linha do tempo e o detalhamento quilometro por quilômetro da rodovia.
Wenzel, na obra, ressalta o trabalho de muitas mãos e mentes na execução da RSC-471, valorizando lideranças, governos e poderes instituídos, consagrando a determinação da governadora Yeda Crusius na priorização da rodovia, que alocou os recursos humanos e financeiros necessários.
A estrada, que diminui em 110 km a distância entre o Planalto e o Porto de Rio Grande, vai permitir maior competitividade com ganho socioambiental às populações de abrangência da via, além de permitir uma maior integração estadual/nacional/Mercosul. A rodovia vai desafogar o afluxo de veículos e passantes pela região metropolitana da capital gaúcha.
Conforme o autor, quem percorrer a RSC-471, retornará diferente e melhor do que ao iniciá-la.
Conforme José Wenzel, que já foi prefeito de Santa Cruz do Sul e chefe da Casa Civil do governo gaúcho, o texto é dividido em três segmentos: Planalto das Araucárias, do quilômetro zero, no trevo em Barros Cassal, ao 54,5 km, em Linha Cinco/Sinimbu; Serra dos Vales e das Escarpas, do quilômetro 54,5 ao 63,10 km em Alto Formosa/Vale do Sol; e Planície do Rio Pardinho, do quilômetro 63,10 ao 105,75 km, no viaduto sobre a BR-471, em Santa Cruz do Sul.
Wenzel explica que a RSC-471 integra a rodovia Transbrasiliana (BR-153) e que, de acordo com a revisão do sistema rodoviário estadual (SER/2006), o subtrecho de Barros Cassal à interseção com a RSC-287, passará a ser denominado de RSC-153 e dali, ao viaduto sobre a BR 471, assumirá a identificação ERS-412.
No livro, cada segmento é trabalhado com informações técnicas sobre a rodovia, num contexto natural, sagrado, construído/destruído e, sustentado. A obra faz um convite ao leitor para que percorra os 105,75 km, fazendo desta rota uma experimentação existencial, frente a um paisagismo singular. Impressiona a complexidade estrutural do terreno, especialmente no trecho de Serra, onde se encontra implantado o viaduto sobre o arroio Francisco Alves. Junto à descrição panorâmica, segue uma linha do tempo e o detalhamento quilometro por quilômetro da rodovia.
Wenzel, na obra, ressalta o trabalho de muitas mãos e mentes na execução da RSC-471, valorizando lideranças, governos e poderes instituídos, consagrando a determinação da governadora Yeda Crusius na priorização da rodovia, que alocou os recursos humanos e financeiros necessários.
A estrada, que diminui em 110 km a distância entre o Planalto e o Porto de Rio Grande, vai permitir maior competitividade com ganho socioambiental às populações de abrangência da via, além de permitir uma maior integração estadual/nacional/Mercosul. A rodovia vai desafogar o afluxo de veículos e passantes pela região metropolitana da capital gaúcha.
Conforme o autor, quem percorrer a RSC-471, retornará diferente e melhor do que ao iniciá-la.
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Wenzel recebe medalha FLORES DA CUNHA DE GESTOR PÚBLICO
"A data de hoje é a da gratidão a todos que nos ajudaram a governar o Rio Grande do Sul". Desta forma a governadora do Estado, Yeda Crusius, abriu a cerimônia de entrega de medalhas nesta segunda-feira (6), em evento realizado no final da manhã no Salão Negrinho do Pastoreio, do Palácio Piratini. Foram outorgadas as comendas: Mérito Rio-Grandense, Ordem do Mérito do Serviço Público no Grau Grande Mérito e Medalha Flores da Cunha de Gestor Público a Servidores do Poder Executivo. A distinção foi concedida a 83 personalidades empresariais, secretários de Estado, ex-secretários, presidentes de coligadas e autarquias, militares e funcionários do Palácio Piratini, que se destacaram por sua atuação no campo da gestão pública ou privada.
"Este conjunto de medalhas denota a força de todos que estão escrevendo e marcando a sua presença na história do Estado. O que se está fazendo neste evento é premiar o bom convívio e a boa política", ressaltou a chefe do Executivo. Yeda Crusius também ressaltou a reabertura do Salão Negrinho do Pastoreio e a entrega dele à comunidade gaúcha.
A medalha Flores da Cunha foi criada no Governo Yeda Crusius, em 2009, designada para destinguir autoridades nacionais ou estrangeiras que se destacaram por excepcionais atuações no campo da gestão pública ou privada. A Medalha Mérito Rio-Grandense homenageia pessoas físicas e jurídicas que contribuíram nas mais diversas áreas demonstrando interesse máximo e amor ao que fazem, erguendo bem alto o nome do Estado.
Já a Ordem do Mérito do Serviço Público no Grau Grande Mérito foi instituída em 1967 e destina-se a laurear funcionários públicos estaduais ativos e ou inativos que se destinguiram nos esforços da simplificação e racionalização dos métodos e processos de trabalho. Ações essas feitas especialmente em favor da produtividade, na participação de pesquisas e estudos de caráter técnico ou científico ou, ainda, em outras realizações com resultados reais e benefícios para o desenvolvimento do Estado ou em favor da coletividade e suas instituições.
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| Wenzel recebendo das mão da Governadora Yeda Crusius a medalha FLORES DA CUNHA DE GESTOR PÚBLICO |
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Senadora eleita Ana Amélia Lemos recebe homenagem do Parlamento gaúcho
José Alberto Wenzel, 1º Suplente da senadora eleita Ana Amélia Lemos, prestigiou a entrega da Medalha do Mérito Farroupilha à Senadora na tarde desta quarta-feira (1º) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
O deputado Mano Changes (PP) ocupou o período do Grande Expediente para homenagear a senadora eleita, jornalista Ana Amélia Lemos, e fazer a entrega, em nome do Parlamento gaúcho, da Medalha do Mérito Farroupilha, distinção feita aos que se destacam em suas atividades.
Presenças
Estiveram presentes à homeangem, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Léo Lima, o sub-procurador geral de Justiça do Estado, Delmar Pacheco da Luz, a Defensora Pública-Geral do Estado, Jussara Maria Barbosa Acosta, o vice presidente do Partido Progressista, Celso Bernardi, a chefe interina de representação do Itamaraty, Camile Filippozzi, a ex-secretária de Cultura, Mônica Leal, o 1º suplente de senador, José Alberto Wenzel, o presidente da Associação Riograndense de Imprensa, Ercy Torma, o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Antônio Barcellos e representantes da Fiergs, Agergs e Farsul.
fonte: Vanessa Canciam - MTB 2060 / Ag. AL
foto: Renan Arais Lopes
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Fronteiras do Pensamento
O Fronteiras do Pensamento desta semana foi com CARLO GINZBURG – Historiador e antropólogo italiano
Historiador e antropólogo italiano, nascido em 1939, conhecido como um dos pioneiros no estudo da micro-história. Estudou na Escola Normal Superior de Pisa, Itália, e em seguida no Instituto Warburg, Londres. Ensinou história moderna na Itália, na Universidade de Bolonha, e nos Estados Unidos, nas universidades Harvard, Yale, Califórnia – UCLA e de Princeton.
Desde 2006, é catedrático de História Cultural Europeia na Escola Normal Superior de Pisa. Com uma abordagem sofisticada e minuciosa, a história cultural tal como concebida por GINZBURG se interessa pelo detalhe e pelo contexto, pelas micro e pelas macroquestões articuladas. Decifração de indícios, ciência do particular, a história cultural se move em terreno acidentado e misterioso em seus livros O Fio e os Rastros – Verdadeiro, Falso, Fictício (Cia. das Letras, 2007), Olhos de Madeira: Nove Reflexões Sobre a Distância (Cia. das Letras, 2001) e O queijo e os vermes (Cia. das Letras, 2000).
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Eventos
domingo, 21 de novembro de 2010
RSC–471/Norte – uma obra gaúcha
Uma estrada transporta consigo a ideia da mobilidade e da transformação. Temos vias famosas, como a mística Santiago de Compostela, a argentina Ruta 40, a americana 66, que nos retornam modificados. Quem seguir pela RSC–471, por certo, não voltará indiferente.Integrando um corredor da Transbrasiliana (BR–153), a partir de seu quilômetro zero, a uma altitude de 612 m, em Barros Cassal, a RSC–471 percorre por 54 km a região de Planalto das araucárias, hoje mais na lembrança. Dali, o relevo despenca da cota 538 para 79, em menos de 10 km, passando por uma vegetação exuberante de serrania, com arroios encaixados nos basaltos, como o Arroio Francisco Alves, sobre o qual foi construído um portentoso viaduto, antecedido pelos grandes taludes da chamada “sela topográfica”, que desafiaram a engenhosidade construtiva.Do km 63 ao seu final, sobre o viaduto da BR–471, a estrada percorre uma região de Planície, onde sobressai a várzea do Rio Pardinho, assoreado e sofrido.Muitos se juntaram para que a RSC–471 se tornasse uma realidade, desde governantes (Britto, Olívio, Rigotto, Yeda Crusius), deputados, prefeitos, vereadores, lideranças regionais, imprensa, e anônimos que se somam aos milhares. Lembro o 18 de dezembro de 2008, quando da inauguração do viaduto/ponte sobre o Arroio Abranjo em Encruzilhada, a governadora firmou a decisão de concluir o eixo norte da RSC–471. Pois está aí. Estamos prestes a transitar pelos seus 105 quilômetros. Uma vitória do povo gaúcho, robustecida pela governadora Yeda Crusius, que de forma determinada priorizou e aportou osrecursos financeiros e humanos. A estrada, além de nos tornar mais competitivos com ganhos socioambientais, diminuir em 110 km a distância ao porto de Rio Grande, e nos aprimorar a autoestima, conduz a algo mais: nunca estaremos sozinhos na trilha, sempre nos lembraremos do empenho, inspiração e suor de todos que a viabilizaram e dela usufruirão. Estarão nos vigiando os corpos indígenas depositados nas fendas dos basaltos e, se apurarmos o ouvido, ouviremos as gralhas nas araucárias. Temos o natural, o construído/destruído, o sagrado e o sustentado estendidos na RSC–471 a nos envolver como um corpo só.
Algures se tem a rota 40, o caminho de Santiago, a ensolarada 66 e tantas outras. Nós temos a RSC–471.
José Alberto Wenzel/Geólogo
Fonte: Jornal Gazeta do Sul - 19/11/2010 - opinião
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Fronteiras do Pensamento - Daniel Dennett
Nesta segunda-feira, 08, teve mais um Fronteiras do Pensamentom desta vez o conferencista era DANIEL DENNETT – Filósofo cognitivista norte-americano - RESUMO DA CONFERÊNCIA
Filósofo cognitivista norte-americano, nascido em 1942, defensor do chamado conexionismo na inteligência artificial. Professor emérito de Artes e Ciências e diretor do Centro para Estudos Cognitivos da Universidade Tufts, em Massachusetts, EUA, é considerado um dos defensores mais vigorosos do darwinismo.
Suas pesquisas estão relacionadas à filosofia da mente, filosofia da ciência e filosofia da biologia, particularmente, em como estes campos se relacionam com a biologia evolutiva e a ciência cognitiva. DENNETT defende que a consciência não se dá numa área específica do cérebro, mas numa sequência de inputs e outputs que formam uma cadeia por onde a informação se move. É autor, entre outros livros, de Quebrando o encanto: a religião como fenômeno natural (Globo, 2006), A perigosa ideia de Darwin (Rocco, 1998) e Tipo de mentes: Rumo a uma compreensão da Consciência (Rocco, 1997).
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Vote no Blog Esfera Ambiental, um dos 100 melhores do Brasil na categoria sustentabilidade
O blog Esfera Ambiental http://www.esferaambiental.blogspot.com/ foi escolhido entre os 100 melhores do Brasil na categoria Sustentabilidade.
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Fronteiras do Pensamento - MARIO VARGAS LLOSA
MARIO VARGAS LLOSA - Ganhador do Prêmio Nobel de Literatura 2010 – Escritor peruano
Escritor peruano, nascido em 1936, um dos maiores expoentes vivos da literatura latino-americana. Doutor em Filosofia e Letras pela Universidade de Madri, Espanha, sua obra critica a hierarquia de castas sociais e raciais vigente, ainda hoje, segundo o escritor, no Peru e na América Latina. Seu principal tema é a luta pela liberdade individual na realidade opressiva do Peru. O sucesso internacional veio com o romance Batismo de Fogo (Nova Fronteira, 1962, publicado posteriormente pela Cia. das Letras com seu título original A cidade e os cachorros), traduzido para várias línguas. Em 1981, publica A Guerra do Fim do Mundo (Alfaguara), no qual narra a história da Guerra de Canudos. Em 1983, retorna ao Peru, e sete anos mais tarde concorre às eleições presidenciais pela Frente Democrata, sendo derrotado no segundo turno por Alberto Fujimori.
Membro da Academia Peruana de Línguas, Vargas Llosa, ao longo de sua carreira, recebeu inúmeras condecorações, destacando-se o Prêmio Rómulo Gallegos (1967) e o Prêmio Cervantes (1994), além de vários doutorados honoris causa por universidades da Europa, da América e da Ásia. Entre seus muitos títulos de ficção, jornalismo e ensaios, os mais recentes são Travessuras da menina má (Objetiva, 2006), Paraíso na Outra Esquina (Arx, 2003) e A Linguagem da Paixão (Arx, 2002).
Foto: Clleber Passus
José Alberto Wenzel, Escritor Mario Llosa, Secretário de Cultura do RS Cézar Prestes
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